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Absolvido pela 2ª vez: comerciante é inocentado em novo júri por morte de jovem em Santarém

Fórum de Justiça de Santarém Kamila Andrade/g1 O comerciante Alan Sousa da Costa foi absolvido pelo Tribunal do Júri em julgamento realizado nesta quinta-fe...

Absolvido pela 2ª vez: comerciante é inocentado em novo júri por morte de jovem em Santarém
Absolvido pela 2ª vez: comerciante é inocentado em novo júri por morte de jovem em Santarém (Foto: Reprodução)

Fórum de Justiça de Santarém Kamila Andrade/g1 O comerciante Alan Sousa da Costa foi absolvido pelo Tribunal do Júri em julgamento realizado nesta quinta-feira (23), no Fórum de Santarém, no oeste do Pará. A pedido do MP, os jurados votaram pela absolvição do réu e o inocentaram pelo assassinato de Cláudio Josias da Cunha Azevedo, ocorrido em 2020. O júri encerrou por volta das 17 horas. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Essa foi a segunda vez que Alan sentou no banco dos réus pelo caso. No primeiro julgamento, ele já havia sido absolvido pelo Conselho de Sentença, mas a decisão acabou anulada após recurso do Ministério Público, o que levou à realização de um novo júri. O julgamento foi presidido pelo juiz Gabriel Veloso de Araújo. A acusação ficou sob responsabilidade da promotora Mariana Sousa Cavaleiro de Macêdo Dantas, enquanto a defesa do réu foi conduzida pelo advogado Igor Celio Melo Dolzanis. Durante a sessão, a defesa sustentou a negativa de autoria, além de pedir o reconhecimento de privilégio e a retirada das qualificadoras, com base nas provas reunidas ao longo do processo. Os argumentos foram acolhidos pela maioria dos jurados. Relembre o caso O crime aconteceu na madrugada de 28 de setembro de 2020, no bairro Santo André, quando o jovem de 18 anos foi morto dentro da própria casa. Segundo as investigações, homens armados invadiram o imóvel e efetuaram disparos, atingindo a vítima no peito. A apuração policial indicou que o alvo seria o irmão da vítima, conhecido como “Bagatinha”, mas ele não foi atingido. O caso ganhou repercussão à época, com suspeitas de que o crime teria sido motivado por um furto ocorrido em um estabelecimento comercial. Desde o início, Alan Sousa da Costa negou envolvimento. Ele chegou a afirmar que a arma apreendida em sua posse era legalizada e que perícias descartaram qualquer ligação com o disparo fatal. VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região

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